Era Uma Vez… Uma Princesa

Direção: Lisiane Cohen

Ficção, 16 min, 2021, Distrito Federal

Não recomendado para menores de 12 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 12 de dezembro (a partir de 22h30) e 13 de dezembro (até às 23h29)

 

Uma história de amor e dor, de uma busca de sentido diante da ausência de vida – algo que pulsa em Nina e Carol, como consequência de sua filiação. Uma história trágica, de violência, com uma construção narrativa feita pelas memórias de Nina, com fragmentos de sua trajetória através de fotos, filmes e slides.

 

Era uma vez… uma princesa é um filme de inquietações. Artistas experientes do cinema gaúcho se mobilizaram contra o contexto pandêmico e decidiram fazer um filme, apesar do momento pelo que passa a cultura e a arte brasileiras. Lisiane Cohen escreveu o roteiro, Carmem Fernandes na direção de arte, Maurício Borges de Medeiros na direção de fotografia e Fernanda Kern na montagem. Na direção, a própria Lisiane, que decidiu interpretar a protagonista Nina. Tudo isso no mês de janeiro de 2021.

 

LISIANE COHEN

Professora, cineasta e atriz. Iniciou sua carreira nos anos 1980 realizando em Super 8. De lá para cá foram prêmios importantes, participações em festivais, realizações de curtas, médias e longas-metragens e séries. Desenvolve trabalhos que vão da animação à série de TV. Fundou em sua produtora o Núcleo Teresas, grupo interdisciplinar que conta atualmente com nove mulheres, e que tem por objetivo pesquisar, discutir e desenvolver o protagonismo feminino no audiovisual.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva e direção de produção: Lisiane Cohen, Maurício Borges de Medeiros, Carmen Fernandes, Laura Cohen, Álvaro RosaCosta e Fernanda Kern

Roteiro: Lisiane Cohen

Direção de fotografia: Maurício Borges de Medeiros

Direção de arte: Carmen Fernandes

Caracterização (maquiagem e figurino): Carmen Fernandes e Laura Cohen

Trilha sonora: Álvaro RosaCosta

Mixagem: Álvaro Rosa Costa

Montagem: Fernanda Kern

Assistente de Câmera e loader: Fernanda Kern

Distribuição: Praça de Filmes e Margem Cinema Brasil

Elenco: Lisiane Cohen e Laura Cohen

Deus me Livre

Direção: Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena

Documentário, 17 min, 2021, Paraná

Não recomendado para menores de 10 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 9 de dezembro (a partir de 22h30) e 10 de dezembro (até às 23h29)

 

Adenilson e Zeca são funcionários do Vila Formosa, cemitério de São Paulo que mais enterra vítimas de Covid-19 no Brasil. Após o chefe ser infectado, a dupla enfrenta a descomunal tarefa de cavar inacabáveis sepulturas e evitar o contágio na cidade brasileira com mais vítimas do coronavírus. Eles irão se apegar mais em Deus que nas medidas de proteção. O filme foi exibido no 31º Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema, em novembro de 2021.

 

CARLOS HENRIQUE DE OLIVEIRA E LUIS ANSORENA

Jornalistas de formação, nos últimos anos se especializaram em filmes de não-ficção e juntos criaram a produtora de documentários Monkey Fingers. Carlos Henrique é brasileiros e Luis Ansorena é espanhol.

 

FICHA TÉCNICA

Direção de produção: Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena Hervés

Roteiro: Carlos Henrique de Oliveira, Luis Ansorena Hervés

Direção de fotografia: Thiago Prestes

Trilha sonora: Jaime G. Soriano

Montagem: Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena Hervés

Som: Toni Morales

Distribuição: Freak Agency

Elenco: Adenilson Souza Costa e Wilker Costa Paes (Zeca)

Saudade do Futuro

Direção: Anna Azevedo

Documentário, 73 min, 2021, Rio de Janeiro

Classificação indicativa livre

 

No Canal Brasil: exibição no dia 12 de dezembro, às 23h30

Na Innsaei.TV: disponível dia 13 de dezembro, das 01h30 às 23h29

 

Portugal, Brasil e Cabo Verde. Países ligados pelo mar e pela cultura da saudade. O filme percorre três continentes e encontra personagens marcados por ausências produzidas por eventos que transformaram a história desses países. Como o fascismo, a colonização, a escravidão, as ditaduras e o partir para nunca mais voltar. A cultura da saudade é o fio que entrelaça conversas à beira-mar.

 

Estreia em direção solo de longa da diretora Anna Azevedo, autora de uma vintena de curtas documentais exibidos e premiados em festivais como Berlinale, Rotterdam, HotDocs, É tudo verdade. Coprodução luso-brasileira. Filmado em Portugal, Brasil e Cabo Verde. Países ligados pelo mar e pela cultura da saudade. O documentário encontra personagens marcados por perdas e ausências produzidas por eventos que transformaram a história desses países. Como as ditaduras, a colonização e a escravidão.

 

Anna Azevedo é autora de obras híbridas, transitando entre o documentário, a ficção e as artes visuais. Em sua filmografia, a codireção do longa documental Rio de Jano (2003) e uma vintena de curtas e médias exibidos e premiados em festivais como Berlinale, Rotterdam, HotDocs, É Tudo Verdade e Festival do Rio. Saudade do futuro é sua estreia na direção solo de longas. Mestre em cinema, com pesquisa em ressignificação de imagens. Artista residente do Instituto de Cinema e Videoarte de Berlim, 2018.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Anna Azevedo, Liliana Lasprilla e Pedro Magano

Direção de produção: Anna Azevedo e Liliana Lasprilla

Roteiro: Anna Azevedo

Direção de fotografia: Vinicius Brum

Montagem: Anna Azevedo, Eva Randolph e Adriana Nolasco

Técnico de som: Duarte Ferreira e Pedro Moreira

Edição e mixagem de som: Maurício D’Orey

Elenco: Valter Hugo Mãe, Martinho da Vila

De Onde Viemos, Para Onde Vamos

Direção: Rochane Torres

Documentário, 98 min, 2021, Goiás

Não recomendado para menores de 12 anos

 

No Canal Brasil: exibição no dia 11 de dezembro, às 23h30

Na Innsaei.TV: disponível dia 12 de dezembro, das 01h30 às 23h29

 

Conflito de identidade, perda das formas tradicionais de vida e resistência. O passado e o presente nas experiências atuais. Documentário sobre o povo Iny, que vive na Aldeia de Santa Isabel do Morro, na Ilha do Bananal, Tocantins. Sentidos e tensões entre o resgate das tradições originárias dos líderes e anciões e a incorporação da cultura branca pelos jovens indígenas. Processos de experiências e memórias: desalentos e resistência no enfrentamento da identidade Iny. Delicado registro de diferentes olhares imagéticos no entrelaçamento entre cineasta indígena e diretora do filme.

 

ROCHANE TORRES

A diretora tem vasta trajetória no cinema, tendo dirigido A filha do Xingu (2018), Aquelas ondas (2017), Silêncio não se escuta (2016), Morte na madrugada (2015), Lady Francisco: De boate de quinta a palcos reluzentes (2013), Lembranças esquecidas (2011), Concerto de separação (2010), Resto de sabão (2006), Os que passam correndo (2008) e Antropofagia (2002).

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Juliana de Castro

Roteiro: Rochane Torres

Direção de fotografia: Paulo Rezende

Trilha sonora: Paulo Gonçalves

Música Original: Juanahu Karajá

Mixagem: Paulo Gonçalves

Montagem: Rochane Torres

Elenco: Juanahu Karajá, Marcia Mytara Karajá, Haribedu Karajá, Narubia Werreria, Sakrowe Karajá

Ela e Eu

Direção: Gustavo Rosa de Moura

Ficção, 82 min, 2020, São Paulo

Não recomendado para menores de 16 anos

 

No Canal Brasil: exibição no dia 10 de dezembro, às 23h30

Na Innsaei.TV: disponível dia 11 de dezembro, das 01h30 às 23h29

 

Há 20 anos, Bia (Andrea Beltrão) entrou em coma no momento do nascimento de sua filha. Mas isso não impediu que, por todo esse tempo, ela tenha feito parte do dia a dia da família, mesmo que desacordada. Um dia, no entanto, Bia subitamente acorda. E, enquanto reaprende a enxergar, a falar, a andar e a se relacionar, sua filha (Lara Tremouroux) adulta, seu ex-marido (Du Moscovis) e a atual mulher (Mariana Lima) dele tentam absorver o impacto da presença viva daquela pessoa amada e desajustada.

 

Nas palavras do diretor, “Ela e eu é um filme sobre como a gente faz para se adaptar diante de eventos inesperados e raros. O fato da Bia entrar em coma e depois despertar é algo completamente impossível de ser antecipado e afeta não só a vida dela mas também a de todos que estão ao seu redor. Quando acontecem coisas assim – ou uma pandemia, um desastre natural –, a gente percebe que não tem controle sobre o que a vida nos apresenta, sobre o nosso futuro, sobre os nossos planos mais profundos”.

 

Gustavo Rosa de Moura é diretor, roteirista e produtor, fundador da Mira Filmes. Além de ter dirigido, escrito e produzido várias séries de TV e curtas, dirigiu os longas Cora (inédito, ficção), Canção da volta (2016, ficção), Cildo (2010, doc), entre outros. Também produziu California (2015, ficção), Precisamos falar do assédio (2016, doc) e Guarnieri (2018, doc). Ao lado de Marina Person, dirige e apresenta o Nosso Podcast de Cinema.

 

FICHA TÉCNICA

Produtora: Mira Filmes

Produção executiva: Bia Almeida

Direção de produção: Violeta Rodrigues e Raphael Bottino

Roteiro: Gustavo Rosa de Moura, Leonardo Levis e Andrea Beltrão

Direção de fotografia: Barbara Alvarez

Direção de arte: Dina Salem Levy

Figurinista: Diana Leste

Caracterização e maquiagem: Britney Federline

Trilha sonora: Lucas Santtana

Mixagem: Lars Halvorsen e Morten Green

Montagem: Alexandre Wahrhaftig

Distribuição: Fox Film do Brasil

Elenco: Andrea Beltrão, Eduardo Moscovis, Lara Tremouroux, Mariana Lima e Karine Teles

Acaso

Direção: Luis Jungmann Girafa

Ficção, 70 minutos, 2021, Distrito Federal

Não recomendado para menores de 12 anos

 

No Canal Brasil: exibição no dia 9 de dezembro, às 23h30

Na Innsaei.TV: disponível dia 10 de dezembro, das 01h30 às 23h29

 

A cidade, qualquer cidade, nos contém. A cidade, qualquer cidade, nos expulsa. Ruídos, claustrofobia e as salvadoras atividades cotidianas. Sobrevivemos na estrada, indo de um ponto a outro, na mesma pressa, todos desatentos na urgência do dia a dia. Obter alguma coisa, satisfazer uma necessidade, perseguir um desejo ou algo que nem se sabe nomear… esse caminho ninguém mais o percorre, a não ser o acaso.

 

Acaso é o longa-metragem de estreia de Luis Jungmann Girafa, que o vê como um filme “on the road”. E os personagens vão surgindo na estrada, a revelar uma tragicomédia claustrofóbica do ir e vir. A estrada é a W3, via que foi engolida pelo tempo e se tornou o anti-ícone da modernidade de Brasília. Sim, é Brasília! Mas poderia ser qualquer grande cidade, onde tantas pessoas transitam sem rumo, numa vida sem ponteiros, na maré do impensado, do inesperado, do imprevisível, do acaso.

 

LUIS JUNGMANN GIRAFA

Nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 1950. Além de cineasta, é arquiteto, artista plástico e fotógrafo. Antes de Acaso, realizou dois curtas-metragens, Diário vigiado e Eu não sei, e assinou a direção de arte de vários filmes. Nas artes plásticas, traz no currículo mais de 30 exposições, no Brasil e no exterior. Na fotografia, publicou os ensaios Anônimos do Rossio e Onde se formam as lembranças e a fotonovela No final não acontece nada.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Luis Jungmann Girafa, Ana Cristina Campos e Renato Cunha

Direção de produção: Luis Jungmann Girafa e Ana Cristina Campos

Roteiro: Luis Jungmann Girafa

Direção de fotografia: Ana Cristina Campos e Elisa Souza

Direção de arte: Valéria Pena-Costa

Caracterização (maquiagem e figurino): elenco

Trilha sonora: André Luiz Oliveira e Zepedro Gollo

Mixagem: Wilson Andrade

Montagem: Juana Salama

Distribuição: Renato Cunha

Assistência de direção: Marisa Mendonça

Fotografia adicional e drone: Alexandre Riulena

Som direto: Chico Bororo

Assistência de som: Gustavo Neto e Letícia Brochieri

Assistência de direção: Marisa Mendonça

Fotografia adicional e drone: Alexandre Riulena

Som direto: Chico Bororo

Assistência de som: Gustavo Neto e Letícia Brochieri

Textos e consultoria de diálogos: Maria Lúcia Verdi

Narração: Roberto Machado

Participação especial: Eliana Carneiro e Jorge Crespo

Elenco principal: Kuka Escostegui, Bidô Galvão, Emanuel de Lavor, Jorge Du Pan, Hugo Rodas, Rachel Mendes, João Antônio, Carmem Moretzsohn, Celso Araújo, Luciano Porto, Renato Matos, Clara Luz, Andrade Júnior, Suyan de Mattos, Maria Lúcia Verdi, Gaivota Naves, Valéria Pena-Costa e Walter Colton

Elenco de apoio: Paulo Sá, Elton de Souza, Silvio França, Ana Galvão, Wesley Silva e Willian Alves

Chão de Fábrica

Direção: Nina Kopko

Ficção, 24 min, 2021, São Paulo

Não recomendado para menores de 14 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 8 de dezembro (a partir de 22h30) e 9 de dezembro (até às 23h29)

 

  1. As máquinas desligam para o horário do almoço dentro de uma metalúrgica de São Bernardo do Campo. Quatro operárias comem dentro do banheiro feminino. Entre risos e conflitos, cada uma guarda o seu segredo.

 

Rodado em fevereiro de 2020, em uma fábrica desativada de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, o curta-metragem de ficção Chão de fábrica, produzido pela Boulevard Filmes, é o filme de estreia na direção solo de Nina Kopko.

 

Realizado por uma equipe técnica composta apenas por mulheres e produzido sem

patrocínios públicos, o curta é uma adaptação de uma cena da peça O pão e a pedra, da Companhia do Latão. No elenco estão Alice Marcone, Carol Duarte, Helena Albergaria e Joana Castro.

 

NINA KOPKO

Nina Kopko atua nas áreas de roteiro, direção, consultoria de projetos e preparação de elenco. Foi diretora assistente dos filmes A vida invisível (Karim Aïnouz, 2019) e O silêncio do céu (Marco Dutra, 2016). É tutora do Laboratório de Roteiros da Escola Porto Iracema das Artes desde 2018. Prepara seu primeiro longa, Ranço de amor, vencedor do edital Start Money da SPCine, produzido pela RT Features. Chão de fábrica é seu primeiro curta-metragem.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Letícia Friedrich

Direção de produção: Jana Dalri

Roteiro: Nina Kopko e Tainá Muhringer

Direção de fotografia: Anna Julia Santos

Direção de arte: Days Barreto

Caracterização (maquiagem e figurino): Amanda Mirage, Natia Cortez e Gabriella Marra

Trilha sonora: Vitor Colares

Mixagem: Ivo Moraga

Montagem: Lis Paim

Distribuição: Boulevard Filmes

 

Elenco: Alice Marcone, Carol Duarte, Helena Albergaria e Joana Castro

Como Respirar Fora D’Água

Direção: Júlia Fávero e Victoria Negreiros

Ficção, 16 min, 2021, São Paulo

Não recomendado para menores de 14 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 10 de dezembro (a partir de 22h30) e 11 de dezembro (até às 23h29)

 

Na volta de um dos seus treinos de natação, Janaína é enquadrada por policiais. Já em casa e livre de perigo, ela enfrenta a relação com seu pai, também policial militar, com outros olhos.

 

Como respirar fora d’água reflete sobre conflitos de uma jovem negra e lésbica que convive com a presença da polícia militar fora e dentro de casa, através de seu pai policial. Produzido como conclusão do curso de audiovisual da USP, o curta dirigido por Júlia Fávero e Victoria Negreiros participou de festivais como Cine Ceará e Mix Brasil, sendo um dos favoritos do público no Kinoforum 2021. Conquistou melhor direção no Anima Latina e melhor fotografia de filme estudantil no Prêmio ABC.

 

JÚLIA FÁVERO

Formada em audiovisual pela ECA-USP. Foi assistente de montagem da segunda temporada da série infanto-juvenil Show da História.

 

VICTORIA NEGREIROS

Natural de Salvador (BA) e formada em Audiovisual na ECA-USP. Participou da edição 2020 do Laboratório Negras Narrativas, da FLUP + Rede Globo.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Ricardo Santos

Direção de produção: Ricardo Santos

Roteiro: Júlia Fávero e Victoria Negreiros

Direção de fotografia: Giuliana Lanzoni

Direção de arte: Ana Iajuc

Caracterização (maquiagem e figurino): Ana Iajuc

Trilha sonora: Francisco Grasso

Mixagem: Sandro Della Costa

Montagem: Luiza Freire

Som direto: Bia Hong e Mariana Suzuki

Edição de som: Bia Hong

Grafismo: Ana Clara Martins

Correção de cor e finalização: Luiza Freire

Elenco: Raphaella Rosa, Dárcio de Oliveira, Giovana Lima, Taty Godoi, Oswaldo Eugênio, Riggo Oliveira, Daniel Melotti

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