Cinema na primeira pessoa: quebradas, indígenas e quilombolas

Data e Hora do Evento:

9 de dezembro, de 14h às 16h No Zoom (sem inscrição prévia)

RELEASE

As alegrias e as tristezas da vida nas periferias dos grandes centros urbanos, em aldeias indígenas ou em comunidades quilombolas estão cada vez mais presentes em produções audiovisuais realizadas por seus próprios representantes. Com as novas possibilidades tecnológicas, essas pessoas estão registrando suas realidades. Participam da conversa Divino Tserewahú, Graciela Guarani, Sol Bueno, Eduardo e Marcos Carvalho e Fauston Silva (mediação).

Graciela Guarani

Pertencente à nação Guarani Kaiowá, é produtora cultural, ativista, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no cenário Brasileiro, tem um currículo que inclui direção, roteiro e fotografia em mais de 10 obras audiovisuais.

Fáuston da Silva

Com mais de 100 premiações em festivais de cinema ao redor do mundos, Fáuston da Silva é produtor, roteirista e diretor de cinema de Brasília. Produziu e escreveu uma longa lista de filmes de curta e longa metragem. Seus filmes de maior sucesso são Meu amigo Nietzsche e O balãozinho azul.

Divino Tserewahú

Começou a aprender sobre cinema em 1990, quando a comunidade Xavante de Sangradouro (MT) recebeu sua primeira câmera VHS. Estudou na Escola Internacional de Cinema de San António de Los Baños, em Cuba. Realizou curtas e longas-metragens, sendo o mais recente Abdzé wede´õ, sobre impacto do Coronavírus em seu povo.

Sol Bueno

Integrou o projeto Negras Imagens em Movimento, no Programa Ações Afirmativas na UFMG. Coautora do livro Negritude, Cinema e Educação. Em 2011, produziu o documentário Mestres da viola. Em 2021 produziu Cauê – I Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda, com registros audiovisuais de mostras de comunidades rurais, quilombolas e ribeirinhas.

Marcos e Eduardo Carvalho

Os gêmeos Marcos e Eduardo Carvalho são cineastas do morro do Salgueiro, favela carioca, e roteiristas na Rede Globo. Escreveram, produziram e dirigiram premiados curtas-metragens, como Eu, minha mãe e Wallace (2018), Chico (2016) e Boa noite, Charles (2015), exibidos em festivais no Brasil e no exterior.

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