O cinema no futuro próximo

Convidados:

Com Gabriela Amaral Almeida, Caru Alves de Souza, Maya Da-Rin e Vladimir Seixas.

Mediação: Pedro Butcher.

Data e Hora do Evento:

10 de dezembro, de 16h30 às 18h30 No Zoom (sem inscrição prévia).

RELEASE

Quais são os caminhos do cinema para os próximos anos, que cinema o futuro nos reserva, de onde vão sair as novas linguagens? Os filmes serão mais “descartáveis”? O cinema ainda vai querer mudar o mundo? Como vamos chegar até o público?

Caru Alves de Souza

Formada em História pela Universidade de São Paulo (USP-SP), é diretora, produtora e roteirista paulistana. Dirigiu documentários para televisão e curtas-metragens de ficção. Seu primeiro longa-metragem, De menor, teve premiére mundial no Festival de San Sebastián (Donosti, Espanha) e foi ganhador de melhor filme no Festival do Rio em 2011. Seu segundo longa de ficção, Meu nome é Bagdá, foi o ganhador de melhor filme da Mostra Generation 14plus no Festival de Berlim, além de ter ganhado mais de 14 prêmios em dezenas de festivais que participou na América Latina, América do Norte, África, Ásia e Europa. Faz parte dos coletivos Casadalapa e Vermelha. Atualmente desenvolve o roteiro de uma série de ficção baseada em De menor e o roteiro de seu próximo longa-metragem, Corações solitários, junto com Josefina Trotta, produzido por Rafaella Costa e Manjericão Filmes. Está cursando o Máster de Prácticas Escénicas e Cultura Visual no Museo Reina Sofía e Universidade Castilla-La Mancha, em Madri, Espanha, onde desenvolve uma investigação sobre narrativas pornô-eróticas e criações coletivas.

Gabriela Amaral Almeida

Gabriela Amaral Almeida é cineasta, roteirista e dramaturga. Mestre em literatura e cinema de horror pela UFBA, egressa da Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV, Cuba) e do Sundance Feature Film Program, do Sundance Institute (USA), escreveu e dirigiu os longas O animal cordial (2017) e A sombra do pai (2019), além de diversos curtas de ficção. No teatro, foi dramaturga da Cia Livre de Teatro (SP) com o texto A Travessia da Calunga Grande (2013), dirigido por Cibele Forjaz. Seu último trabalho foi na direção da novela Verdades Secretas 2 (direção geral de Amora Mautner), da TV Globo. Com o projeto de longa-metragem Crocodila, foi selecionada para o prestigioso MacDowell Residency, residência artística mais antiga dos Estados Unidos, por onde passaram nomes como James Baldwin, Willa Cather, Thornton Wilder, Jonathan Franzen, dentre outros.

Pedro Butcher

Pedro Butcher é professor do curso de Cinema e Audiovisual da ESPM-RJ e colaborador do jornal Valor Econômico. Em junho de 2019, concluiu doutorado na Universidade Federal Fluminense, com a tese “Hollywood e o mercado de cinema no Brasil: princípio(s) de uma hegemonia”. Entre 2001 e 2014, editou o site Filme B, com foco no mercado de cinema. Faz parte da equipe do encontro de coprodução Brasil Cine Mundi e é um dos curadores da Mostra Cine BH – Festival Internacional de Cinema de Belo Horizonte. Coordena o programa Talent Press Rio, no Festival do Rio, e faz parte da equipe de mentores do programa Talent Press, do Festival de Berlim.

Vladimir Seixas

Indicado ao Emmy Internacional de melhor documentário em 2019 com A primeira pedra, Vladimir Seixas trabalha desde 2008 em direção e roteiro de documentários. Seus filmes investigam as transformações políticas e culturais no Brasil dos últimos anos a partir das lutas de movimentos urbanos. Em 2015, criou a produtora Couro de Rato, ao lado do sócio Luis Carlos de Alencar. Ao todo, dirigiu cinco curtas, dois longas, uma série e um telefilme, participou de mais de 50 festivais pelo mundo e recebeu diversas premiações. Está lançando seu terceiro longa documental e desenvolvendo seu primeiro longa de ficção.

Maya Da-Rin

Maya Da-Rin é cineasta e artista visual cujas obras incluem filmes de ficção, documentários e videoinstalações. Seu trabalho foi exibido em importantes festivais e museus como Locarno, Toronto, Rotterdam, New Directors/New Films, MoMA e New Museum, tendo recebido inúmeros prêmios. Seu primeiro longa-metragem, A febre (2019), estreou na competição internacional de Locarno, onde recebeu o Leopardo de Melhor Ator e mais de 30 prêmios em festivais de cinema ao redor do mundo – incluindo o 52º Festival de Brasília, onde o filme foi premiado com os candangos de melhor longa-metragem, direção, ator, fotografia e som.

NEWSLETTER

Cadastre seu e-mail em nossa newsletter e fique por dentro das novidades do Festival.