Saiba tudo que acontece neste domingo no Festival de Brasília

Foto do filme Da Boca da Noite à Barra do Dia

O domingo é marcado pelas últimas estreias da Mostra Competitiva. Das 22h30 de hoje (12) às 22h30 de segunda (13), ficam disponíveis: Da Boca da Noite à Barra do Dia, curta de Tiago Delácio que registra o mestre Martelo e tradição da manifestação popular do cavalo-marinho na Zona da Mata pernambucana; e Era uma vez… Uma princesa, curta da diretora gaúcha Lisiane Cohen que mergulha na personagem Nina e sua busca de sentido diante da ausência de vida.

Cena do filme Era uma vez… Uma princesa

Saudade do Futuro

Cena do filme Saudade do Futuro

Longa de Anna Azevedo, Saudade do Futuro é o último filme a estrear na Mostra Competitiva do Festival de Brasília. Filmado entre Brasil, Cabo Verde e Portugal, países ligados pelo mar e a cultura da saudade, o filme encontra personagens marcados por ausências geradas após eventos que transformaram a história desses países. Estreia às 23h30 no Canal Brasil, e à 01h30 de segunda (13) na InnSaei.TV, ficando disponível até às 23h30.

Última chance

Cena do filme Os Ossos da Saudade

Última chance para assistir ao longa mineiro Os Ossos da Saudade na Mostra Memória e Linguagens. O filme trata de ausência, memória, representação e pertencimento, filmado por Marcos Pimentel entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal. Última oportunidade também para ver os filmes Sayonara, N.F. Trade e De Onde Viemos, Para Onde Vamos na InnSaei.TV. Os dois primeiros expiram às 22h30, e o terceiro, às 23h30. Na Mostra Brasília expiram os filmes Ele tem saudade, Benevolentes e Noctiluzes, todos às 20h.

Estreia

Cena do filme O Menino e o Mundo

De hoje (12) às 11h até segunda (13), também às 11h, o longa O Menino e o Mundo, de Alê Abreu, ganha sessão especial no Festivalzinho. A animação premiada de 2013 acompanha um menino que sai em busca do pai pelo mundo.

Seminários

Fernando Gabeira

Começando o dia, às 10h Fernando Gabeira, Luis Nachbin, Carlos Pronzato e Paula Saldanha falam sobre a prática do Cinema Andarilho (entre na atividade). E às 14h, os 50 anos do filme O País de São Saruê (1971) e 20 anos da restauração pelo CPCB são celebrados em painel que reúne o diretor do filme, Vladimir Carvalho, a Myrna Brandão, Mauro Domingues, Shirly Ferreira de Souza e Sílvio Tendler (entre na atividade). O País de São Saruê fica em cartaz no festival até o fim do dia 14 de dezembro (assista já!).

Debates

Foto do filme Como respirar fora d’água

Neste domingo, além dos debates entre filmes concorrentes nas mostras competitivas, as mostras paralelas também ganham tal espaço de troca. Às 10h, as equipes dos filmes Ela e eu, Como respirar fora d’água e Cantareira se reúnem para mais um debate da mostra competitiva, desta vez mediado por Sérgio Moriconi (entre na atividade). Às 15h acontecem os debates das mostras paralelas – Sessentinha mediado por Tania Montoro (entre clicando aqui) e Festivalzinho, mediado por Marialva Monteiro e Bete Bullara (entre clicando aqui). E às 17h, é a vez dos filmes Advento de Maria, A Casa do Caminho e Vírus se reunirem para o debate da Mostra Brasília, mediado por Caetano Curi (entre clicando aqui).

É sexta-feira no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; veja programação do dia

Sextou no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A mostra competitiva de hoje reserva première dos curtas Como respirar fora d’água e Cantareira às 22h30. Como respirar fora d’água encara o racismo estrutural e a violência policial, retratando a vida de Janaína, jovem negra e lésbica que convive com a presença da polícia dentro e fora de casa. Cantareira leva um jovem trabalhador estafado da vida que leva no Centro de São Paulo de volta à casa do avô na Serra da Cantareira, onde cresceu.

Cena do curta Como respirar fora d’água
Cena do curta Cantareira

Os desafios de adaptação a eventos inesperados são personificados por Andrea Beltrão no longa Ela e Eu. Sua personagem acorda de um coma após 20 anos, tendo que reaprender a falar, andar, enxergar, enquanto compreende as mudanças do tempo. O longa de Gustavo Rosa de Moura estreia às 23h30 no Canal Brasil e à 01h30 da madrugada do sábado (11) na InnSaei.tv, ficando disponível até às 23h30. Além de Beltrão, o filme apresenta Du Moscovis, Mariana Lima, Jéssica Ellen e grande elenco.

Às 20h a Mostra Brasília estreia o longa Noctiluzes, ficção de Jimi Figueiredo e Sérgio Sartório sobre o encontro casual de três desconhecidos na madrugada, num píer qualquer. Oportunidade de ver em cartaz o visceral ator candango Chico Sant’Anna. No mesmo dia estreiam também os curtas Benevolentes, de Thiago Nunes, documentário que reflete como o DF encara o racismo; e Ele tem saudade de João Campos, ficção que extravasa sentimentos acometidos diante das incertezas da pandemia. Disponíveis até às 20h do dia 12 de dezembro.

Cena do filme Ele tem saudade
Cena do filme Benevolentes

Última chance

Cena do filme Rolê – Histórias dos Rolezinhos

Última oportunidade para assistir Rolê – Histórias dos Rolezinhos, de Vladimir Seixas, manifesto sobre a luta antirracista brasileira. Disponível somente até às 20h de hoje, na mostra Memória e Linguagens. Expiram às 20h os filmes Tempo de Derruba, Tinhosa e O Mestre da Cena (Mostra Brasília. Às 22h30 nos despedimos dos curtas Deus Me Livre e Adão, Eva e o Fruto Proibido (Competitiva).

Adrian Cowell e o cinema na Amazônia

Aílton Krenak

Após uma década da morte do cineasta inglês Adrian Cowell, sua obra ainda ressoa em realizadores de documentário. Responsável por documentar momentos históricos, tais como as expedições dos irmãos Villas Boas no Xingu nos anos 1960, a luta de Chico Mendes e o movimento dos seringueiros pela criação de reservas extrativistas no Acre, Cowell é homenageado em debate especial, reunindo Ailton Krenak, Frederico Mael, Stella Penido, Gustavo Cepolini, Elisabete Kitamura, Brent Millikan, Felipe Milanez, e Adriana Ramos (entre na atividade).

Acorda pra falar de cinema!

Amos Gitai

Às 10h você pode acompanhar o debate entre equipes dos filmes Lavra, Filhos da Periferia e Chão de Fábrica, mediado por Hermes Leal (entre na atividade); ou assistir ao seminário A importância dos cineclubes na era digital, com Carolina Paraguassú, Ricardo Cota, Adaílton Medeiros, Marialva Monteiro, Indaiá e Solange Moraes (entre na atividade).

Mais tarde, às 16h30, a atividade O cinema no futuro próximo aponta caminhos possíveis para revoluções da linguagem cinematográfica. Com Gabriela Amaral Almeida, Caru Alves de Souza, Maya Darin, Vladimir Seixas e Pedro Butcher (entre na atividade). Às 17h, as equipes dos filmes Acaso, Filhos da Periferia e Cavalo Marinho entram em debate, sob a mediação de Juliana Coutinho (entre na atividade).

A masterclass de hoje recebe ao meio-dia o premiado cineasta israelense Amos Gitai, com mais de 70 filmes no currículo, entre eles O dia do Perdão – Kippur (2000) e Kedma (2002). Também arquiteto, Gitai pensa sua obra como uma arquitetura da memória de eventos marcantes de Israel (entre na atividade).

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