Híbrido, 12 min, Rio Grande do Sul, 2025, 14 anos
13 de setembro (sábado)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
13 de setembro (sábado)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
Dia 14 (domingo)
• 16h no Teatro Sesc Sílvio Barbato – SCS
Após uma internação hospitalar, Britney segue numa viagem de carro onde o tempo se embaralha. Ao longo do trajeto, ela tenta compreender sua relação com as pessoas, com o afeto e com a própria corporalidade.
Direção: Britney Federline
Elenco: Angela Maria Candelot Zunino, Britney Federline e Isabelle Nassar
Roteiro: Britney Federline
Direção de fotografia: Bruno Polidoro
Direção de arte: Ana Júlia Fortes e Yara Balboni
Edição de som: Augusto Stern; e Fernando Efron
Montagem: Tyrell Spencer
Britney Federline atua no audiovisual desde 2005. Foi chefe de caracterização em mais de 40 obras e, desde 2020, dedica-se à direção e roteiro. Dirigiu o curta Logos, contemplado pelo FAC Filma RS e selecionado para o Lab da 21ª Mostra Curtas Goiânia. Primeira diretora trans da TV Globo (Travessia, 2023), foi assistente em Manhãs de setembro (2022). Seu longa Família venceu melhor argumento no Festival Mulheres no Cinema e foi selecionado pelo Selo Elas.
Animação, 12 min, São Paulo, 2025, Livre
13 de setembro (sábado)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
Dia 13 de setembro (sábado)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
Dia 14 (domingo)
• 16h no Teatro Sesc Sílvio Barbato – SCS
Animação inspirada na história e obra da poeta da Ilha de Lesbos, que viveu em por volta de 600 aC. Os poemas de Safo foram desaparecendo ao longo da história. Restaram cerca de 200 fragmentos, encontrados nas areias do deserto do Egito.
Direção, roteiro e direção de arte: Rosana Urbes
Direção de fotografia: Fernando Fernandes
Trilha sonora: Ultrassom Gustavo Kurlat e Ruben Feffer
Edição de som: Ultrassom
Montagem: Leticia Hayashi Samuel Mariani Renato José Duque
Elenco: Rosana Urbes
Rosana Urbes é diretora, animadora e storyboard artist, desenvolvendo filmes e oficinas em sua produtora Planta Filmes, em São Paulo. Dirigiu e animou Guida, vencedor de mais de 70 prêmios, incluindo Animamundi, Annecy e Havana. Trabalhou no exterior em filmes como Mulan, Tarzan e Lilo & Stitch (Disney). Em 2025, lançou o curta Safo, premiado com o Cristal Alexeieff Parker em Annecy.
Ficção, 25 min, Paraná, 2025, 12 anos
14 de setembro (domingo)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
14 de setembro (domingo)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
Dia 15 (segunda-feira)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Joana retorna ao assentamento do MST onde passou a infância para ser professora. Entre memórias, traumas e sonhos, ela reconstrói sua história. Como vagalumes na escuridão, suas lembranças iluminam afetos, territórios e experiências da luta social.
Direção e roteiro: Maikon Nery
Direção de fotografia: Anderson Craveiro & Yan Sorgi
Direção de arte: Rocio Moure
Trilha sonora: André Siqueira
Edição de som: Giovani Nori
Montagem: João Vitor e Maikon Nery
Elenco: Amanda Abranches (Joana adulta), Karoliny da Cruz Cardoso (Joana criança) e Pedro José (Dimas, pai de Joana)
Maikon Nery é diretor de cinema e realizador audiovisual, além de cofundador do coletivo Filmes ao Vento, em Londrina (PR). Dirigiu os curtas Visões (2022), A grande nuvem de Magalhães (2023) e Dança dos vagalumes (2025), e foi corroteirista de O roubo do trator (2024). Atualmente produz o longa documental Antônio e Vladimir, sobre o filme que Vladimir Herzog planejava em 1975 sobre Canudos, na Bahia.
Híbrido, 12 m, Acre, 2025, Livre
15 de setembro (segunda-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
15 de setembro (segunda-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
16 de setembro (terça-feira)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
O desaparecimento das onças do território provoca uma desolação nas pessoas da comunidade. Mulheres de gerações diferentes se encontram diante desse conflito que requer descobrir segredos antigos para o retorno das onças.
Direção e roteiro: Bárbara M Kariri
Direção de fotografia: Silvia Kariri
Montagem e edição: Francisco Rio
Elenco: Maria Marinez, Clarice Leite Kariri, Maria Luiza Kariri e Bárbara Matias Kariri
Participação especial: Badu de Oliveira (In memória)
Bárbara Matias é indígena do povo kariri do estado do Ceará, faz parte da Rede Katahirine – Audiovisual das Mulheres Indígenas. Autora de Poesia da terra (2024).
Híbrido, 15 min, Rio de Janeiro, 2025, Livre
15 de setembro (segunda-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
15 de setembro (segunda-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
16 de setembro (terça-feira)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Homenagem a Laudelina de Campos Mello, pioneira na luta pelos direitos das trabalhadoras domésticas no Brasil. Militante negra e ativista incansável, fundou o primeiro sindicato da categoria, enfrentando desafios históricos para melhorar condições de trabalho e reconhecimento de milhares de mulheres.
Direção, roteiro, direção de arte, produção, produção executiva e pesquisa: Milena Manfredini
Direção de fotografia: Antoine D’artemare
Som direto: Raquel Lazaro
Figurino e maquiagem: Andreza Ferreira
Desenho de som: Ricardo Mansur
Correção de Cor: Antoine D’artemare
Consultoria de produção: Cavi Borges
Elenco: Laudelina de Campos Mello, Juliana França, Orixá Nanã e Valeria Monã
Milena Manfredini é cineasta, antropóloga, artista visual e professora, formada em Antropologia pela PUC-Rio e mestre pelo Programa de Cultura e Territorialidades da UFF. Dirigiu e roteirizou filmes como Eu preciso destas palavras escritas, Guardião dos Caminhos, De um lado do Atlântico, Grandes senhoras e Stella do Patrocínio e a gênese da poesia, e é roteirista de Chic Show (Globoplay). Desde 2017, forma jovens cineastas negros e periféricos, unindo cinema, antropologia e artes visuais com foco na memória negra.
Ficção, Piauí, 14 min, 2025, 12 anos
16 de setembro (terça-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
16 de setembro (terça-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
17 de setembro (quarta-feiras)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Após fugirem da fazenda de seu Amaro, pai Francisco e mãe Catarina chegam à Teresina para começar uma nova jornada. Abdias, filho do casal, sonha em dançar de salto alto no grupo mais tradicional de Bumba-Meu-Boi da sua cidade. Depois de ser impedido de dançar de salto, Abdias cria uma tradição para si mesmo.
Roteiro e direção: Tássia Araújo
Direção de fotografia: Maria Navarro
Trilha sonora: Gabriel Portela e Boi Imperador da Ilha
Edição de som: Pedro Caetano
Montagem: Carina Bueno e Priscila Guedes
Direção de arte: Verônica Coelho
Elenco: Mikael Costa, Kelly Campelo, Luka Santos, Pedro Wagner e Hítalo Mariz
Tássia Araújo (1987), de Teresina (PI), é artista visual e cineasta. Atua em projetos sobre memória, identidade e vivências LGBTQIAPN+. Em 2023 lançou o documentário longa-metragem Comigo num se pode, exibido nos festivais 19° Panorama de Cinema (BA) e XII Rio LGBTQ+, 3° Transgender Film Festival (FL). Em 2025, estreia Boi de salto, curta-metragem de ficção selecionado na Lei Paulo Gustavo-PI.
16 de setembro (terça-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
16 de setembro (terça-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
17 de setembro (quarta-feira)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Após o massacre do bando de Lampião, dois cangaceiros amantes cruzam o sertão para levar uma cangaceira grávida de volta à casa de sua família enquanto enfrentam desejos e escolhas que já não cabem mais no mundo que os cerca.
Direção: Susan Kalik e Daniel Arcades
Roteiro: Daniel Arcades
Diretor assistente: Thiago Gomes Rosa
Produção executiva: Laíse Castro e Vânia Lima
Direção de fotografia: Cláudio Antônio
Direção de arte: Carol Tananura
Figurino: Diana Moreira
Maquiagem: Jade Alves
Trilha original: Jarbas Bittencourt
Montagem e finalização: André Carvalho
Som direto: Adailton Conceição
Desenho de som, mixagem e masterização: Bob Santos
Elenco: Daniel Arcades, Antonio Marcelo, Lais Machado, Ana Paula Bouzas, Francisco Xavier, Théo Carvalho
Susan Kalik é roteirista e diretora. Sócia da Modupé Produtora (BA). Nomeada ao Emmy Internacional como roteirista da série Anderson Spider Silva. Diretora dos longas Timidez e Cores e flores para Tita, e do média Do que aprendi com minhas mais velhas (2017).
Daniel Arcades é diretor, ator e roteirista baiano. Assina o roteiro de projetos de curtas, séries e longas como Ó Paí, Ó 2 e O samba antes do samba. Estreia como diretor com os curtas Bregueragem e Couraça.
17 de setembro (quarta-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
17 de setembro (quarta-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
18 de setembro (quinta-feira)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Patri escreve, narra e atua em A pele do ouro, documentário que parte de seus diários íntimos para revisitar memórias marcadas pela infância na Venezuela e pelos riscos assumidos na busca do sonhado ouro na Amazônia brasileira. Nos cadernos que acumula ao longo do caminho revela a condição da mulher no garimpo, onde tudo é revirado e explorado.
Direção: Marcela Ulhoa e Yare Perdomo
Roteiro: Patri, Marcela Ulhoa, Daniel Tancredi e Yare Perdomo
Direção de fotografia: Daniel Tancredi
Direção de arte: Patri
Edição de som: Victor Jaramillo
Montagem: Daniel Tancredi
Elenco: Patri, Mariam Rojas Flores, Dani Yuleicy García, José Casado e Loly Camacho
Marcela Ulhoa é jornalista e pesquisadora em migração e gênero, com 10 anos de atuação em narrativas na região amazônica. Dirigiu o longa Aqui en la frontera (2022). Licenciada em Meios Audiovisuais, Yare Perdomo tem mais de oito anos de experiência em direção, montagem e fotografia, com foco em narrativas documentais, sociais e projetos de comunicação voltados para jovens.
17 de setembro (quarta-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
17 de setembro (quarta-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
18 de setembro (quinta-feira)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Lara tem medo, Nayara tem coragem e Fernanda tem muitas ideias. Juntas elas se ajudam e seguem sonhando.
Direção, roteiro e montagem: Marcelo Lin
Direção de fotografia: Túlio Cipó
Direção de arte: Alonso Pafyeze
Trilha sonora: Pedro Santiago
Edição de som: Ramom Modenesi e Sérgio Salum
Elenco: Nayara Francis, Lara Emanuelly e Fernanda Angélica Ferreira
Marcelo Lin é sócio-fundador da Abdução Filmes, junto a Marco Antônio Pereira e Rodrigo Meirelles, produtora de curtas premiados em festivais nacionais e internacionais. Produziu o longa Paisagem de inverno (Marco Antônio Pereira), premiado no 37º Cinélatino em Toulouse. Atualmente dirige e roteiriza seu primeiro longa, Sobrevivente de guerra, em fase de montagem.
18 de setembro (quinta-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
18 de setembro (quinta-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
19 de setembro (sexta-feira)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Em um prédio em construção, um entregador almoça com amigos pedreiros e observa o conflito do engenheiro com o mestre de obras.
Direção, roteiro e montagem: Janderson Felipe e Lucas Litrento
Direção de fotografia: Roberto Iuri
Direção de arte: Ulisses Arthur
Trilha sonora: Paulo Gama
Mixagem de som: Paulo Gama
Desenho de som: Lucas Coelho
Som direto: Léo Bulhões
Elenco: Alaylson Emanuel, Caetano Vinicius Kedinha, Jiray, Phelipe Ribeiro, Eron Villar e Luciano Pedro Jr.
Janderson Felipe é produtor e realizador alagoano. Dirigiu os filmes 3 mercados (2014) e Sangue-mulher (2016).
Lucas Litrento é escritor e cineasta alagoano. Realizou o curta-metragem Círculos (2020). Juntos, constroem a Mostra Quilombo de Cinema Negro e Indígena. Escreveram e dirigiram as ficções Samuel foi trabalhar (2024) e Ajude os menor (2025).
19 de setembro (sexta-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
19 de setembro (sexta-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
20 de setembro (sábado)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
Tecnologia e sabedoria indígena nos levam a embarcar numa jornada espiritual e meditativa sobre memória, identidade, perda e renascimento. A resiliência do povo wauja do Xingu, diante da destruição de sua história, é prova de que a força da ancestralidade atemporal jamais pode ser apagada.
Direção: Piratá Waurá e Heloisa Passos
Roteiro: Heloisa Passos, Oswaldo Santana e Piratá Waurá
Produção: Heloisa Passos, Mark Slagle e Yula Rocha
Produção executiva: Andrea Lanzoni e Mark Slagle
Produção associada: Maria Carlota Bruno
Direção de fotografia: Fernanda Ligabue, Heloisa Passos e Piratá Waurá
Montagem: Oswaldo Santana
Direção de produção: Andrea Lanzoni
Som direto: Lucas Caminha
Desenho de som: O Grivo
Elenco: Akari Waurá, Elewoká Waurá, Kamo Waurá, Piratá Waurá, Peré Yalaki Waurá e Yaponuma
Piratá Waurá é fotógrafo, cineasta e professor Wauja, com formação em Língua, Arte e Literatura pela Unemat. Colabora com o People’s Palaces Project do Brasil desde 2018 como coordenador indígena nos projetos: Registro e Reconstituição de Kamukuwaká e no Creative Climate Connections.
Heloisa Passos é produtora, realizadora de filmes e uma premiada diretora de fotografia. É membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood.
Dirigiu Construindo pontes (Brasília e IDFA 2017) e Eneida (É Tudo Verdade, 2022). Entre os mais de 40 filmes que fotografou, estão longas-metragens premiados como Nothing lasts forever, Deslembro, Mulher do pai e Viajo porque preciso, volto porque te amo.
19 de setembro (sexta-feira)
• 19h45 no Complexo Cultural Planaltina
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
19 de setembro (sexta-feira)
• 21h no Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
20 de setembro (sábado)
• 14h30 no Sesc 504 Sul
As lembranças da infância na Vila Rabelo, uma das maiores ocupações de Brasília, ganham forma entre fotografias e arquivos. Uma carta de 2002 traz afeto, ausência, fogo e resistência – entre o pai que constrói casas para outros e a mãe que sonha com a partida. Um carrinho, um incêndio e uma fuga interrompida revelam a dor e o desejo de pertencimento da criança à margem da capital brasileira.
Direção, roteiro, direção de arte, trilha sonora, edição de som e montagem: Roni Sousa
Direção de fotografia: Rodrigo Resende Coutinho e Roni Sousa
Elenco: José Luiz, Jorge Sousa, Luzia Lopes e Roni Sousa
Roni Sousa é cineasta e pesquisador, com formação em teatro e cinema. Estudou em Brasília, Lisboa e Bordeaux. É mestre em Artes Cênicas pela Universidade Nova de Lisboa, onde cursa doutorado em Ciências da Comunicação – Cinema e Televisão, com foco em narrativas periféricas. Sua trajetória cruza criação artística e pesquisa acadêmica, explorando temas como memória, território e representações das periferias urbanas no audiovisual.