Nesta edição, os Filmes de Abertura reúnem obras que colaboram para a construção de um retrato amplo, plural e complexo não só do cinema brasileiro, mas também do Brasil.
São filmes que atravessam diferentes tempos da nossa história, do passado mais remoto a possíveis futuros, e investigam marcas fundamentais da formação do país, colocando em cena suas contradições, lacunas, injustiças e transformações.
A seleção também revela a dimensão nacional do Festival. As obras vêm de diferentes estados, representando as cinco regiões do Brasil. Embora essa diversidade geográfica não tenha sido um critério prévio da curadoria, sua presença logo na abertura reafirma a vocação do Festival de Brasília: estar no centro do país para reunir, amplificar e colocar em diálogo diferentes olhares sobre o Brasil.
Nas telas e fora delas, os Filmes de Abertura apresentam um cinema feito de múltiplos territórios, experiências e perspectivas. Um conjunto que ajuda a compreender a diversidade do audiovisual brasileiro e, ao mesmo tempo, a complexidade do país que ele escolhe olhar.
Formado em Audiovisual pela Universidade de Brasília, atua como cineclubista no Cinebeijoca e no Cine AD. Realizou o curta-metragem Aves coloridas (2023), selecionado e premiado em festivais como a 20ª Mostra do Filme Livre e o 22º FBCU. Em 2025, integrou o Júri Jovem da Mostra Caleidoscópio, no 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Atualmente, faz parte da produtora Cesto du Cinema.
18 de setembro (sexta-feira)
11h no Cine Brasília
19 de setembro (sábado)
18h na Sala 2 – Cine Cultura Liberty Mall
Três gerações de uma mesma família procuram por uma foto da avó, já falecida, jogando vôlei pela seleção da cidade de Volta Redonda nos anos 1950.
Direção e roteiro: Angelo Pignaton
Direção de fotografia: Angelo Pignaton e Geremias Pignaton
Direção de arte: Jaqueline Muscida Mendes
Produção: Angelo Pignaton e Geremias Pignaton
Montagem: Angelo Pignaton e Ciro Araujo
Elenco: Carlos Mendes Danelon, Jaqueline Muscida Mendes e Angelo Pignaton
Produtora: Cesto du Cinema
Diretor, roteirista e produtor audiovisual. Estreou na direção com o curta-metragem O ridículo (2024), exibido na Mostra do Filme Marginal e na Mostra do Filme Livre. Brasifilia é seu primeiro longa-metragem. Em seus trabalhos, desenvolve uma pesquisa sobre a cultura brasileira e a experimentação da linguagem cinematográfica.
18 de setembro (sexta-feira)
11h no Cine Brasília
19 de setembro (sábado)
18h na Sala 2 – Cine Cultura Liberty Mall
Um filme-ensaio em que três jovens desenterram um arquivo clandestino do cinema brasileiro e mergulham num delírio dadaísta-terceiro-mundista. Entre imagens proibidas e memórias pessoais, implodem a própria ideia de Brasil.
Direção, roteiro, montagem e produção: Francenilton Klava
Direção de fotografia: Rafael Ramagem
Direção de arte: Thalita Lemos
Trilha sonora: Guilherme Cezario
Elenco: João Monteiro, Larissa Souza e Wryel Lima
Produtora: Pulp