Débora Butruce é preservadora audiovisual, restauradora de filmes e curadora. Doutora em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP, possui 25 anos de experiência com atuação nas principais instituições de patrimônio audiovisual do Brasil. Seus trabalhos de restauração do cinema brasileiro vêm sendo exibidos mundialmente em festivais e no circuito de exibição comercial nacional e internacional. É membra fundadora da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA) e integra a diretoria.
Daniel Bandeira começou no audiovisual em 2001, no Recife. Como montador, colaborou com diversos realizadores locais de Pernambuco. Em 2007, seu longa de estreia, “Amigos de Risco” foi selecionado para o 40º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Realizou também as montagens dos longas “Brasil S/A”, de Marcelo Pedroso e “O Nó do Diabo”, do Coletivo Vermelho Profundo. “Propriedade”, seu segundo longa, teve estreia internacional na 73ª Berlinale e venceu os prêmios de melhor filme no Fantastic Fest e do Brooklyn Horror Film Festival.
Jom Tob Azulay é diretor, roteirista, diretor de fotografia e técnico de som. Dirigiu curtas metragens e documentários além dos longas-metragens Os Doces Bárbaros (1978), incluído entre os Cem Melhores Documentários do Cinema Brasileiro (Abraccine), Corações a Mil (1983), primeiro filme brasileiro em Dolby-Stereo, O Judeu (1995), Melhor Filme Festival de Brasília e Prêmio HBO 1996, Uns Braços, episódio da série 5XMachado sobre contos de Machado de Assis para o Canal Brasil. Superintendente de Assuntos Internacionais da ANCINE (2002/07). Professor de cinema nas Universidades Federal Fluminense e Estácio de Sá e autor de artigos sobre relações luso-brasileiras, diplomacia, cinema e cultura.
Karen Akerman transita pelos mais diversos gêneros e formatos do audiovisual – ficção e documentário, cinema narrativo e experimental, longas, séries e curtas como montadora, majoritariamente, mas também como diretora, produtora, consultora e professora. Em sua filmografia como montadora, destacam-se obras como O Processo, de Maria Augusta Ramos, A Febre, de Maya Da-Rin, e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho.
Simone Spoladore nasceu em Curitiba. Sua carreira tem mais de 40 filmes: O Leme do Destino de Júlio Bressane, Aos Pedaços e A Fúria de Ruy Guerra, O Livro dos Prazeres e A Musa Impassível de Marcela Lordy, Ralé e o Poder dos Afetos de Helena Ignez e A Memória que me contam de Lúcia Murat. Protagonizou Os Maias (TV Globo) e Magnífica 70 (HBO). Em 2025, atuou em Isolar de Leonardo Sette, Encontrada de Luiza Shelling e Duas Iguais de Simone Caetano. Escreveu e dirigiu o curta O Chá de Alice.
Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, curadora, preparadora de elenco, encenadora, dramaturga e pesquisadora. Doutora em Comunicação pela UFC, investiga cinematografias trans, fabulação sci-fi e invenção de mundos. Com 16 anos de trajetória no teatro, é licenciada em Teatro pelo IFCE e formada em Audiovisual pela Vila das Artes. Protagoniza Morte e Vida Madalena e dirigiu Iguaraguá, seu primeiro longa, em pós-produção.
Marina Person consolidou sua carreira audiovisual em diferentes formatos e gêneros. Em TV trabalhou por 18 anos na MTV Brasil. Em cinema realizou “Person” (Locarno) e “Califórnia” (Rotterdam, Tribeca). Atualmente tem dirigido séries para diferentes streamings como HBO, Netflix e Canal Brasil. Atuou em filmes como "Canção da Volta" (Gustavo Rosa de Moura) e “Isabel”(Gabe Klinger) que estreou no Festival de Cinema de Berlim em 2026.
Monique Sobral de Boutteville é cineasta franco-brasileira, graduada em Cinema e doutora pela Université Paris 8 e pela UFPA, com trajetória entre Brasil e França. Desde O Povo Conta (2005), desenvolve projetos no audiovisual. Em 2025, roteirizou e dirigiu Rocha, Habitat e Um Abridor de Letras. É co-roteirista de Sossego e, em 2026, co-diretora artística do Amazônia FiDoc e coordenadora do Lab Erodoc Amazônia FiDoc.
Graduada em Psicologia pela UFMG. Doutora em Sociologia da Educação pela USP. Pesquisadora, roteirista, curadora, júri e crítica de cinema. Atuou no desenvolvimento de roteiros da Casa de Criação e Cinema, O2 Filmes e Globo. Programadora da Mostra Brasil do Festival de Curtas Kinoforum; curadora de algumas mostras e festivais, como a Mostra Oju do CineSesc, Mix Brasil, Fest Aruanda, Festival de Vitória, Sesc TV, Mostra Ecofalante, Curta Campo Grande, etc.
Realizador e professor do Instituto Federal de Brasília. Dirigiu os curtas Entre Parentes (2018) e Luta Pela Terra (2022). O seu primeiro longa-metragem, A Câmara (2023), estreou no Festival Doclisboa. Atualmente se dedica à finalização do longa-metragem Missão Pankararu, em codireção com Camilla Shinoda.
Jornalista, crítico de cinema e curador, pós-graduado em Cinema, membro da Abraccine e da Fipresci, fundador do Vertentes do Cinema e curador de importantes mostras e festivais.
Atua há 20 anos na preservação audiovisual, como docente e curadora. Em 2024, estreou Três, curta vencedor do Troféu Câmara no 58º Festival de Brasília. Coordena o Talents Preservação e o Projeto Filmográfico, do ArPDF.
Diretor, roteirista, produtor e montador. Mestre em Artes Cênicas pela UnB, onde se formou em Audiovisual e Jornalismo. Realizou dois longas, dois telefilmes e seis curtas, com mais de 90 prêmios.
Maja Korbecka é jornalista e historiadora de cinema. Colabora com a revista Senses of Cinema, com a publicação impressa chinesa Popular Cinema (大众电影), com a revista taiwanesa Funscreen (放映週報) e com outros veículos especializados. Em julho de 2025, concluiu seu doutorado na Escola de Pós-Graduação em Estudos do Leste Asiático da Universidade Livre de Berlim (Freie Universität Berlin), com a tese "O Cinema de Arte Chinês nos Festivais de Cinema".
Héctor Llanos Martínez é um jornalista espanhol especializado em Arte e Cultura. Trabalha em Madri para o jornal El País, onde criou o site Doc & Roll e a newsletter Documentalmente, ambos dedicados à divulgação e valorização do cinema documental. Também produziu reportagens para o El Espectador, portal de cinema do jornal voltado ao cinema latino-americano. Anteriormente, atuou como jornalista freelancer baseado em Berlim, cobrindo festivais de cinema em todo o mundo para veículos como a BBC World, Cineuropa (portal dedicado ao cinema europeu co financiado pelo Programa MEDIA da União Europeia), Deutsche Welle, Dazed & Confused e Esquire, entre outros.
Helvecio Parente, 55 anos, músico, carioca e morador do Rio de Janeiro, é apaixonado por cinema desde a infância. Criou o canal de crítica Heuvi, hoje com 16,4 mil inscritos, e fundou a Escaravelho Filmes, onde escreveu, produziu e dirigiu curtas, um média-metragem e um longa documental. Entre seus trabalhos destacam-se O Boitatá, com 325 mil visualizações no YouTube, Noite Sem Nome, com circulação internacional, e Enfim Sós, vencedor de Melhor Curta Fantástico no Prêmios Latino, em Marbella. Também atuou como comentarista de cinema na Rádio Roquette Pinto, integra o podcast Podcrastinadores e foi jurado do Festival Boca do Inferno em 2025. Atualmente, dedica-se à crítica e ao canal Heuvi.
Estudante de Audiovisual na UnB. Ao longo de sua formação, desenvolveu interesse pela análise e reflexão de obras audiovisuais, explorando aspectos como narrativa, estética, fotografia, montagem e representação. Possui experiência prática com roteiro, direção, fotografia, edição e direção de arte. Encontrou no cinema um lugar de curiosidade constante, um meio de expressão e de conhecimento sobre diferentes épocas, lugares e vivências.
Estudante de audiovisual pela Universidade de Brasília. Atua como fotógrafa e já foi assistente de câmera de diversos projetos. Cineclubista no CineBeijoca, foi debatedora de sessões no Cine Brasília e tem grande interesse em crítica e curadoria. Foi assistente de coordenação na primeira edição do CARONA – Festival de Cinema Universitário.
Estudante de Audiovisual na UnB, tem afinidade pela área de criação e realização, tendo já experiência na realização de curtas e animações stop-motion. Na última edição do Festival de Brasília, teve a oportunidade de escrever críticas sobre filmes das mostras Caleidoscópio, 60 anos do Festival e Competitiva Nacional para o site Quebra de eixo.
Roteirista, fotógrafo e videoartista piauiense. Graduando em audiovisual pela UnB, é estagiário do CineBeijoca e dedica sua trajetória acadêmica à realização de curtas universitários. Já redigiu críticas para o Quebra de Eixo e participou da Residência de Crítica Cinematográfica do FICA. Seu documentário “A Segunda Neurilan” foi exibido na mostra “Visões do Futuro”, do FICA, e recebeu Menção Honrosa na mostra competitiva do Festival Carona de cinema universitário.
Graduando em Audiovisual na UnB, atua nas áreas de direção, assistência de direção e edição de curtas. É membro do cineclube CineBeijoca e se interessa por crítica, debate e pensamento cinematográfico. Coordenou a equipe de projetos audiovisuais da empresa júnior Pupila.
Professora do curso de Audiovisual e do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade de Brasília (FAC-UnB). Doutora pela UFMG, com sanduíche na Universitat Pompeu Fabra e pós-doutorado pela ECA-USP. Autora de Infiltrados e invasores – uma perspectiva comparada sobre relações de classe no cinema brasileiro. Foi curadora de mostras e festivais como o Janela de Recife e o Festcurtas BH. Diretora de arte de algumas produções da Filmes de Plástico como O último episódio (Maurilio Martins, 2025) e Quintal (André Novais, 2015).
É diretor de três curta-metragens. Seu mais recente, Osmo (2025), foi premiado como melhor Curta do Distrito Federal na Mostra Curta Brasília de 2025. É roteirista de New Life S/A (2018), de André Carvalheira. Colaborou para a Cinética, Revista 451, Folha de São Paulo, Correio Braziliense, Senses of Cinema, Journal of Screenwriting, La Furia Umana, Jornal Rascunho e Ruído Manifesto. É professor de Audiovisual da UnB, autor de dois livros sobre história do roteiro e um dos coordenadores do Cineclube CineBeijoca.
Elaine do Carmo é bailarina, jornalista e cineasta. Mestre pela Fafich-UFMG, realiza pesquisas acadêmicas sobre Cinemas Negros Femininos. Sua trajetória inclui trabalhos em coprodução com países do continente africano. Atua como produtora audiovisual e júri em festivais. É conselheira sudeste da APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro.
Marisa Arraes é diretora e produtora brasiliense. Seu último filme, Notas Sobre a Identidade, participou do 58º Festival de Brasília (2025), recebendo o prêmio de Melhor Atriz na Mostra Brasília para a atuação de Tuanny Araujo. O filme também recebeu o prêmio de Melhor Montagem na Mostra Adélia Sampaio (Brasília, 2025) com o trabalho de Henrique Laterza, além de outras participações em festivais. Seu filme Anticena estreou no 55º Festival de Brasília (2022) e rodou festivais do mundo como o Festival de Moscou, Construir Cine (Argentina) e Philadelphia Latino Film Festival (EUA). Seu filme Terra fez parte de mostra paralela do Festival de Gramado (2019) e atuou como curadora e artista em Liturgias Virtuais, obra exposta no VI Festival Ecrã (online, 2021).
Naymare Azevedo é diretora, produtora audiovisual, curadora e pesquisadora. Doutoranda em Estudos Contemporâneos das Artes pela UFF e mestre em Cultura e Sociedade pela UFBA, desenvolve sua trajetória entre cinema, curadoria e produção, com especial interesse pelas cinematografias negras, narrativas de mulheres, memória e perspectivas afro-diaspóricas.
Como realizadora, dirige o longa-metragem documental Minha Avó é Nagô e o curta-metragem Terreiro de Memórias. É diretora da Ayabá Produtora Criativa, diretora artística da Mostra Ayabá – Mulheres no Cinema Brasileiro e idealizadora da plataforma Afrotonizar. Atua também na concepção e realização de mostras, festivais e projetos de formação audiovisual. No Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, coordena o GIRAAFRO.LAB, dedicado ao desenvolvimento e fortalecimento de realizadores negros no audiovisual brasileiro.