Não acabou! Confira o que te reserva a segunda-feira no Festival de Brasília

Tá pensando que o festival de Brasília acabou? Mas que nada… Se liga no que você ainda pode assistir hoje e amanhã!

Abdzé Wede´Õ – Vírus não tem cura?

O filme de encerramento do festival estreia hoje às 18h, e fica disponível na InnSaei.TV até às 20h de amanhã. Abdzé Wede´Õ – Vírus não tem cura? (MT), de Divino Xavante aborda a luta dos povos Xavante contra o coronavírus. Já que ninguém me tira pra dançar, sobre Leila Diniz, está disponível até às 23h59 do dia 14 de dezembro (terça). Assim como Catadores de História, longa de Tânia Quaresma apresentado como homenagem da Mostra Brasília.

Os curtas Era uma Vez… Uma Princesa (RS) e Da Boca da Noite à Barra do Dia (PE), e o longa Saudade do Futuro (RJ), estão disponíveis até o fim do dia de hoje (22h30 para os curtas, 23h30 para o longa). Também dá tempo de assistir ao longa O Menino e o Mundo, disponível só até às 11h, e aos 15 curtas programados pelo Festivalzinho, disponíveis até às 23h59 do dia 14 de dezembro (terça).

Saudade do Futuro

A Mostra Sessentinha tem nove clássicos da cinematografia brasiliense disponíveis, Alma Palavra Alma, Atlântico Negro – Na Rota dos Orixás, Louco por Cinema, Um Assalto de Fé, Sequestramos Augusto César, Braxília,  W3 Sul – Memória Coletiva e A Saga das Candangas Invisíveis. A Sessentinha programa, ainda, uma homenagem aos 50 anos de O País de São Saruê, longa icônico de Vladimir Carvalho. Títulos disponíveis até às 23h59 do dia 14 de dezembro.

Pela Mostra Memória e Linguagens, você ainda pode ver o clássico Samba Riachão (2001), filme de Jorge Alfredo sobre o sambista baiano; e Procura-se Meteorango Kid: Vivo ou Morto documentário de Marcel Gonnet e Daniel Fróes ainda não lançado em salas do Brasil, sobre o mítico personagem Meteorango Kid do filme homônimo de André Luiz Oliveira, ícone da contracultura censurado pela ditadura em 1969. Disponíveis até às 23h59 do dia 14 de dezembro.

Debates e Seminários

Maria Abdalla

Às 10h, as equipes dos filmes Sayonara, N.F. Trade e De Onde Viemos, Para Onde Vamos participam de debate da mostra competitiva, mediado por Glória Teixeira (entre na atividade). Às 15h acontecem os debates entre os quatro filmes da mostra Memória e Linguagens, com mediação de Sílvio Tendler (entre clicando aqui).

Encerrando a programação de seminários e painéis setoriais, Clarissa Motter, Remi Castioni, Liz Sandoval e Mike Peixoto e Bárbara Cabral debatem Cinema e Conhecimento às 14h (entre na atividade). Às 16h, Claudia Dutra, Luiza Lins, Zita Carvalhosa, Josiane Osório, Maria Abdalla, Aleques Eiterer e Marilha Naccari debatem as perspectivas para o circuito de festivais no Brasil e no exterior (entre na atividade).

Queremos saber o que você tá achando desta edição virtual do Festival de Brasília. Responda à pesquisa de satisfação e concorra no sorteio de 30 catálogos do festival. Item disputado todos os anos, o catálogo impresso é um livro que carrega a memória de cada edição do evento, e serão enviados para a casa dos vencedores do sorteio (caso o endereço seja em território brasileiro). Participe!

 

Saiba tudo que acontece neste domingo no Festival de Brasília

Foto do filme Da Boca da Noite à Barra do Dia

O domingo é marcado pelas últimas estreias da Mostra Competitiva. Das 22h30 de hoje (12) às 22h30 de segunda (13), ficam disponíveis: Da Boca da Noite à Barra do Dia, curta de Tiago Delácio que registra o mestre Martelo e tradição da manifestação popular do cavalo-marinho na Zona da Mata pernambucana; e Era uma vez… Uma princesa, curta da diretora gaúcha Lisiane Cohen que mergulha na personagem Nina e sua busca de sentido diante da ausência de vida.

Cena do filme Era uma vez… Uma princesa

Saudade do Futuro

Cena do filme Saudade do Futuro

Longa de Anna Azevedo, Saudade do Futuro é o último filme a estrear na Mostra Competitiva do Festival de Brasília. Filmado entre Brasil, Cabo Verde e Portugal, países ligados pelo mar e a cultura da saudade, o filme encontra personagens marcados por ausências geradas após eventos que transformaram a história desses países. Estreia às 23h30 no Canal Brasil, e à 01h30 de segunda (13) na InnSaei.TV, ficando disponível até às 23h30.

Última chance

Cena do filme Os Ossos da Saudade

Última chance para assistir ao longa mineiro Os Ossos da Saudade na Mostra Memória e Linguagens. O filme trata de ausência, memória, representação e pertencimento, filmado por Marcos Pimentel entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal. Última oportunidade também para ver os filmes Sayonara, N.F. Trade e De Onde Viemos, Para Onde Vamos na InnSaei.TV. Os dois primeiros expiram às 22h30, e o terceiro, às 23h30. Na Mostra Brasília expiram os filmes Ele tem saudade, Benevolentes e Noctiluzes, todos às 20h.

Estreia

Cena do filme O Menino e o Mundo

De hoje (12) às 11h até segunda (13), também às 11h, o longa O Menino e o Mundo, de Alê Abreu, ganha sessão especial no Festivalzinho. A animação premiada de 2013 acompanha um menino que sai em busca do pai pelo mundo.

Seminários

Fernando Gabeira

Começando o dia, às 10h Fernando Gabeira, Luis Nachbin, Carlos Pronzato e Paula Saldanha falam sobre a prática do Cinema Andarilho (entre na atividade). E às 14h, os 50 anos do filme O País de São Saruê (1971) e 20 anos da restauração pelo CPCB são celebrados em painel que reúne o diretor do filme, Vladimir Carvalho, a Myrna Brandão, Mauro Domingues, Shirly Ferreira de Souza e Sílvio Tendler (entre na atividade). O País de São Saruê fica em cartaz no festival até o fim do dia 14 de dezembro (assista já!).

Debates

Foto do filme Como respirar fora d’água

Neste domingo, além dos debates entre filmes concorrentes nas mostras competitivas, as mostras paralelas também ganham tal espaço de troca. Às 10h, as equipes dos filmes Ela e eu, Como respirar fora d’água e Cantareira se reúnem para mais um debate da mostra competitiva, desta vez mediado por Sérgio Moriconi (entre na atividade). Às 15h acontecem os debates das mostras paralelas – Sessentinha mediado por Tania Montoro (entre clicando aqui) e Festivalzinho, mediado por Marialva Monteiro e Bete Bullara (entre clicando aqui). E às 17h, é a vez dos filmes Advento de Maria, A Casa do Caminho e Vírus se reunirem para o debate da Mostra Brasília, mediado por Caetano Curi (entre clicando aqui).

O que você vai assistir neste sábado de festival?

Foto do filme De Onde Viemos, Para Onde Vamos

Neste sábado (11), a Mostra Competitiva do Festival de Brasília estreia De Onde Viemos, Para Onde Vamos, longa filmado na Aldeia de Santa Isabel do Morro, Ilha do Bananal (TO). Por lá, a diretora Rochane Torres documenta o povo indígena Iny e seus conflitos geracionais de identidade, sobretudo entre os jovens que cada vez mais absorvem a cultura branca. Às 23h no Canal Brasil, e à 01h30 de domingo (12) na InnSaei.

Às 22h30 estreiam outros dois curtas na InnSaei: Sayonara, de Chris Tex, ficção paulista sobre uma garota planejando vingar-se de quem a traumatizou; e N.F. Trade, filme brasiliense de Thiago Foresti, explora o universo das criptomoedas e NFTs com o personagem Barreto, produtor de hortaliças que não gosta de vender por moedas convencionais.

Cena do filme Sayonara
Cena do filme N.F. Trade

Na Mostra Brasília estreiam às 20h os curtas Vírus, de Larissa Mauro e Joy Ballard, e A Casa do Caminho, de Renan Montenegro. O primeiro é motivado pela pandemia de Covid-19, e tem tom de biografia confessional e reencontro pessoal de uma das diretoras consigo. O segundo, também biográfico, fala da exaustão no processo de migração, retratando as consequências dos conflitos geopolíticos venezuelanos. Hoje é dia de estreia, também, do longa Advento de Maria, ficção de Vinícius Machado que conta a história de uma menina transgênero de 11 anos na busca por sua identidade.

ÚLTIMA CHANCE
Última chance pra assistir aos longas Ela e Eu (até 23h30) e Acaso (até 20h). Expiram também os curtas Cavalo Marinho e Filhos da Periferia (às 20h), e Como respirar fora d’água e Cantareira (às 22h30).

Homenagem a Flávio Migliaccio
Estreia hoje às 11h na mostra Festivalzinho o longa Aventuras com Tio Maneco, dirigido e protagonizado pelo mestre Flávio Migliaccio. Produção infantil de 1971 em que três crianças desbravam as selvas do Mato Grosso enfrentando contrabandistas, animais ferozes e robôs para encontrar seu avô. A exibição da cópia restaurada celebra a memória de Migliaccio, ator fundamental para a TV e o cinema brasileiros. Disponível até às 11h de domingo (12).

 

Helena Solberg

Helena Solberg

Helena Solberg é convidada para ministrar a masterclass Meu primeiro filme, neste sábado às 19h. A partir da exibição de A Entrevista (1966), seu curta de estreia, a diretora de Bananas is my business (1995), Palavra (En)cantada (2009) e Meu corpo minha vida (2017) desfila os desafios e delícias do começo da carreira de diretora. (entre na atividade)

Debates

Os tradicionais debates entre filmes exibidos nas mostras competitivas segue hoje, em duas sessões: Mostra Competitiva às 10h, reunindo equipes de Acaso, Deus me Livre e Adão, Eva e o Fruto Proibido sob mediação da jornalista Luciana Costa (entre na atividade); e Mostra Brasília às 17h, reunindo os filmes Noctiluzes, Benevolentes e Ele tem Saudade para debate mediado pela fotógrafa e professora Rose May Carneiro (entre na atividade).

O festival do pensamento em cinema

As atividades do ambiente de mercado, bem como os painéis setoriais e seminários são temperos essenciais na composição do Festival de Brasília, baseado desde sempre na formação e na pesquisa. E se você ama falar de cinema, vai ser um sábado daqueles! Hoje as atividades exploram hibridismos e pontes entre cinema e outras linguagens artísticas.

Christiane Jatahy

Em Cinema híbrido, às 10h, Sílvio Tendler entrevista a cineasta Susanna Lira, tratando das técnicas de teatro e ficção presentes em sua direção para documentários (entre na atividade). Ao meio dia, Christiane Jatahy, Daniela Thomas e Ricardo Cota debatem sobre o poder de atravessamento da imagem através das muitas artes, na atividade Arte híbrida: quando o cinema encontra o teatro (entre na atividade).

Às 14h, Cinema, outras artes e linguagens reúne Antonio Quinet, Vitor Pordeus, Livio Tragtenberg e Sílvio Tendler pra falar de pontes entre cinema e poesia, psicanálise e música (entre na atividade). Às 16h30, Rafa Sampaio, Adriana L. Dutra, Sandro Fiorin e Ilda Santiago debatem Os mercados e os festivais para o cinema brasileiro, sobre a internacionalização do nosso cinema através das exibições pelo mundo (entre na atividade).